sexta-feira, 17 de agosto de 2012


RECURSOS AUDIOVISUAIS NAS APRESENTAÇÕES

Revista Vencer Jan/2002 – p.54 a 59
Por Reinaldo Polito
           

-                  Gostou da apresentação?                                  
-                  Gostei, foi muito legal.
-                  E sobre o que ele falou?
- Rapaz, sabe, o que gostei? Foram os recursos visuais - a cada tópico o palestrante comandava uma espécie de raio que crivavam o ambiente, acompanhados de sons que balançavam a sala – muito legal.
- certo – mas sobre exatamente o que ele falou?
- Bem, na verdade não me liguei muito na mensagem, mas achei bastante interessante.

Nao pense que esse diálogo é pura fantasia, pois multiplicam-se os exemplos de apresentações que valorizam tanto o visual, que acabam ofuscando a verdadeira razão de ser do evento – a mensagem. 
Os recursos audiovisuais são importantes para que os ouvintes compreendam melhor a mensagem e guardem as informações por muito mais tempo.
Quando utilizados de forma apropriada, facilitam a boa ordenação da mensagem e permitem ao orador que apresente as informações em sequencia coerente e destaque os tópicos mais relevantes da exposição.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Congresso de Adolescência

Em novembro Florianópolis estará sediando o 12o Congresso Brasileiro de Adolescência.
Veja programação no link abaixo
http://www.adolescencia2012.com.br/


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A arte de ouvir


A arte de ouvir é tão importante quanto a arte de se expressar.
Ouvir exige atitude de disponibilidade. Isto quer dizer libera­ção de preconceitos, automotivação da curiosidade intelectual, eliminação de hostilidade ou preferências.
A atitude perante a mensagem deve ser de plena liberdade e atenção e não de defesa, temor ou superioridade.

Se há uma única maneira de escutar realmente, é sem a “tagarelice” do nosso pensamento.
Isso é difícil, uma verdadeira arte. Portanto, estamos sempre comparando, julgando, avaliando, condenando. Nunca escutamos simplesmente.
Quando escutamos com naturalidade e calma, sem exclusão, escutamos tudo, não apenas as palavras.

Conclusão:
. Ouça com atenção
. Pense com clareza
. Fale com segurança



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

ALGUMAS TÉCNICAS PARA FALAR EM PÚBLICO


Elaborado por Eliana Olimpio, psicóloga.
Cel.: (31)9723.0845

O MEDO pode atrapalhar você ao falar em público, pois ele boicota a sua a auto-confiança, limita a sua criatividade e  ainda diminui sua capacidade de mostrar suas outras potencialidades.
Como controlar esse medo?

Algumas dicas para controlar o medo de falar em público:
1° QUANDO O MEDO APARECER ENCARE-O NORMALMENTE.
O medo inicial é normal e com o tempo você utilizará da sua experiência para superá-lo. Para isso, enfrente-o treinando, treinando, treinando. Um dia ele não mais se apresentará.
Outra dica é, ao iniciar a apresentação olhar para o público e falar da sua emoção e de apresentar-se para eles. Eles compreenderão e o medo desaparecerá dando a você tranquilidade.  
E lembre-se: muitas pessoas que você admira também enfrentaram as mesmas dificuldades no início da sua prática em falar em público. E além do mais, você não é o único que teme falar em público.

2° CONTROLE O SEU NERVOSISMO.
Antes de iniciar sua apresentação, assegure-se de ter ido ao banheiro, de que está com todos os objetos de que necessita: anotações, óculos, caneta, etc.
Evite fumar, roer unhas, comentar sobre sua insegurança com os demais.
Procure cuidar da sua respiração, pausadamente.
Durante a apresentação, evite andar de um lado para o outro, cruzar braços e pernas ou ainda, deixar de encarar o público.

Para isso:

quinta-feira, 17 de maio de 2012


EDUCAÇÃO FAMILIAR

O mundo com suas formas de modernidade vem passando por transformações profundas e velozes que provocam mudanças no comportamento do sujeito e da sociedade. Algumas alterações são visíveis como a precocidade da puberdade, a adoção de novas configurações parentais, mudanças nos papéis sociais, a dificuldade dos membros da família compartilharem o dia a dia entre-si, a supremacia da estética sobre a ética, a valorização do relativismo absoluto, a banalização da sexualidade e da violência, a acentuação da urbanização, a promoção do afastamento entre as gerações e parentescos, e outras. Tudo isso ou grande parte desses fatores podem ter influências no que concerne a formação da família e a educação dos filhos.

Devemos nos lembrar, ainda, que existem diferentes famílias de variadas realidades sociais e que para se discutir essas famílias, necessário se faz contextualizá-las diante das constantes mudanças culturais e sociais.

Não se deve pensar em família enquanto estruturada/desestruturada, o que remeteria a um padrão e qualquer desvio desse padrão configuraria numa crise ou desestabilização, o que geraria novas regras de relacionamento no sistema familiar. A família está sujeita a mudanças decorrentes do tempo e do espaço, já que sofre influencias políticas, econômicas e sociais, o que requerem uma reorganização e uma revisão da família e da sociedade, de suas funções e valores.
A “desacralização”  da família deve ser revista e discutida nas várias circunstancias.

domingo, 13 de maio de 2012


PESQUISAS EM PSICANÁLISE

Toda e qualquer pesquisa é uma tentativa de ir além de um saber constituído para, a partir daí advir algo novo. É fato, contudo, que o saber que já está colocado muitas vezes não quer ceder espaço para o novo saber e, nesse sentido, gera resistências.
Hoje vivemos em um mundo em constante transição. Deparamos com mudanças de paradigmas, transformações nas relações interpessoais, inversão de funções e de papeis sociais e valores que vem sendo substituídos por outros. Novos sintomas se apresentam impondo desafios à saúde e às instituições e causando impactos políticos, econômicos e sociais.
O campo psíquico tem ganhado importância dentro das instituições e tem sido colocado, ora como respostas, ora como levantamento de questões.
Propostas de soluções para estas problemáticas requerem espaço de reflexão prático-teórica em que se possam orientar pesquisadores sobre as metodologias e práticas a serem adotadas, segundo a problematização que se quer investigar. A intensão é buscar, além do sintoma, resposta às inquietações do sujeito e do seu entorno.
Como se sabe, o método psicanalítico de investigação tem como instrumento principal a análise de interpretação do que foi dito. Conforme LEITE(1994) “[...] sendo a fala um ato individual do uso da língua, e opondo-se para Saussure dicotomicamente ao sistema, é evidente que parte do resíduo se refere à noção de um sujeito livre, correlato ao avesso do sistema”. (LEITE, 1994, P.113). E ainda, segundo TURATO (2008) “Ao querermos conhecer sentidos e significações, buscamos interpretá-los, voarmos com nossa criatividade para compreender os fenômenos, recusando assim ficarmos sob o paradigma positivista, cujos seguidores pretendem ver-nos presos à quantificação dos fatos”(TURATO, 2008, P.249). A psicanálise busca o saber que se aloja para além das aparências.
Em psicanálise, a operação do pesquisador deve-se orientar qualitativamente abordando sintomas, comportamentos e a subjetividade do sujeito pesquisado.
Logo, ampliar os recursos metodológicos para que possam atender aos objetivos pesquisados é de fundamental importância. Cada pesquisador deverá buscar os recursos que mais se aproximem da sua concepção teórica, discursando com outros saberes, porém sem abrir mão de um eixo epistemológico consistente, com ética e, sobretudo, respeito para com o sujeito pesquisado.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LEITE, Nina. Psicanálise e Analise do Discurso: o acontecimento na estrutura. Rio de Janeiro: Campo Matêmico, 1994.
TURATO, Egberto Ribeiro. Tratado de Metodologia da Pesquisa Clínico-Qualitativa: construção téorico-epistemológica, discussão comparada e aplicada nas áreas da saúde e humanas / Egberto Ribeiro Turato . 3ª.Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008