domingo, 27 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
ANIMUS X ANIMA – SOU MASCULINO E FEMININO!
O ser humano comporta em si as faces feminina e masculina e
é essa dualidade que o completa. É claro que algumas pessoas, homem ou mulher,
possui uma exacerbação de uma dessas faces, apresentando-se mais ativo ou mais
passivo na maior parte do tempo. Nesse sentido, a cultura oriental e ocidental
coincidem na representação que fazem do masculino como ativo, dinâmico e
agressivo e do feminino como passivo, plácido e pacífico. Na realidade, a
sociedade exige um comportamento do homem e da mulher de forma que coincida com
essa representação.
Assim, uma mulher quando se apresenta muito dinâmica e agressiva,
diz-se que é masculinizada e o homem quando apresenta-se mais passivo, diz-se
que é feminilizado.
Animus à
representação fantasmática do masculino na mulher.
Anima à
representação fantasmática do feminino no homem.
Um casal se complementa quando os parceiros sabem aproveitar
as características passivas ou ativas do outro. Ocorre, porém que a maioria dos parceiros nunca estão em condições de
encarnar a parte faltante, levando o casal aos fracassos amorosos.
sábado, 5 de outubro de 2013
FILHO ÚNICO
No Brasil, as famílias,
anteriormente numerosas, têm diminuído significativamente o número dos seus
membros. Atualmente muitos casais optam por terem apenas um filho. Muitos pais,
neste caso, se preocupam com o conforto emocional e social do filho/a, pois o
parâmetro que têm para a criação dos filhos ainda é o de seus pais e seus avós,
com muitos filhos, primos, tias...
Estive recentemente na China. Gostaria
de ter conversado mais, com um número maior de pessoas, mas como turista fiquei
muito limitada aos contatos já estabelecidos e às pessoas que falavam o inglês
ou espanhol, pois não sei mandarim ou os idioma do Oriente. Mas posso
adiantar que o pouco que pude conversar, aprendi o seguinte:
domingo, 21 de julho de 2013
ESQUIZOFRENIA: DIAGNÓSTICO
A esquizofrenia é uma
doença mental que se caracteriza por uma desorganização ampla dos processos
mentais com sinais e sintomas que se apresentam com alterações do pensamento,
percepção e emoções. A pessoa perde o
sentido de realidade e é incapaz de distinguir a experiência real da imaginária.
É um quadro complexo marcado por prejuízos nas relações interpessoais, sociais, familiares,
acadêmicas e ocupacionais.
Geralmente, inicia-se no final da
adolescência ou início da idade adulta antes dos 40 anos. O curso desta doença
é sempre crônico com marcada tendência à deterioração da personalidade do
indivíduo.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
VIOLÊNCIA E A ADOLESCÊNCIA: ALGUMAS
CONSIDERAÇÕES (*)
Introdução
Presenciamos uma era de intensas e velozes transformações nos diversos
segmentos da sociedade. O avanço tecnológico oferece produtos que prometem
acabar com as dores, aumentar o prazer e a longevidade, e até mesmo superar a
morte. O acesso a esses avanços, que se estendem por todo o planeta, cria
padrões de comportamentos e modifica a subjetividade, o que não se dá sem
consequências.
A violência, um desses aspectos “globalizados”, apresenta-se como um
fenômeno que, se não novo, pelo menos mais ameaçador do que já o foi em outras
épocas. A violência apropria-se das formas mais diversificadas e agiganta-se
por todo o globo gerando tanto para o indivíduo quanto para os grupos a incerteza,
a insegurança e o medo.
Convivemos continuamente com a violência, explícita ou implícita: aquela
que nos açoita o corpo e o espírito. Violência que vem pela palavra, pela
imagem ou pela intenção. Não é incomum deparamos com meios de comunicação e culturais violentando-nos diretamente com imagens ou impondo-nos ideias de formas sutis, mas que não deixam de ditar comportamentos e gerar preconceitos. Existe também, aquela violência que vem de forma menos disfarçada, como a facada ou o tiro.
Uma pergunta se faz: o adolescente é um sujeito em transformação que
caminha para a vida adulta e para a regência dessa sociedade violenta da qual ele é
herdeiro. Neste sentido, o que esperar do adolescente fruto de uma sociedade cujos valores
estão em declínio e em que também impera a lei do mais forte? É o adolescente violento ou é a sociedade que o rotula como violento? A violência é da sua “natureza” ou é
culturalmente adquirida? Refletir sobre essas questões é o que propõe esse
trabalho.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
P A L A V R A S
Não busque na maioria das palavras o que se deve realmente
entender como um verdadeiro sentido de amor.
As palavras são importantes para as comunicações, mas não são tão bem
explicativas para demonstrar o que de real se precisa saber.
Quantas palavras o nosso vocabulário tem?
Quantas frases se pode montar com elas?
E quantas frases nós colocamos em prática? As pessoas se prendem tanto às palavras, vigiando por toda parte, e cobram o que elas dizem, sem na maioria das vezes sequer entendê-las.
Quantas palavras o nosso vocabulário tem?
Quantas frases se pode montar com elas?
E quantas frases nós colocamos em prática? As pessoas se prendem tanto às palavras, vigiando por toda parte, e cobram o que elas dizem, sem na maioria das vezes sequer entendê-las.
Quando se lê uma frase com o coração, o sentido é tão diferente que, às vezes,
uma pequena palavra cresce aos nossos olhos, nos chamando a atenção e
levando-nos à compreensão exata daquilo que se é falado ou lido.
Mas, cuidado ao falar! As palavras criam formas e se manifestam pela vida, ocupando todo o espaço. Falar é simples, mas falar com os olhos do coração será sempre mais seguro.
Mas, cuidado ao falar! As palavras criam formas e se manifestam pela vida, ocupando todo o espaço. Falar é simples, mas falar com os olhos do coração será sempre mais seguro.
O importante em tudo que se faz, seja falado, escrito, lido ou pensado, é a
proporção de sentimento bom usado para manifestar o princípio básico da vida: o
amor, apenas por amor.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
QUANDO EU ESTIVER LOUCO, SE AFASTE
por Martha Medeiros
Há que se respeitar quem sofre de depressão, distimia, bipolaridade e demais transtornos psíquicos que afetam parte da população. Muitos desses pacientes recorrem à ajuda psicanalítica e se medicam a fim de minimizar os efeitos desastrosos que respingam em suas relações profissionais e pessoais. Conseguem tornar, assim, mais tranquila a convivência.
Mas tem um grupo que está longe de ser doente: são os que simplesmente se autointitulam “difíceis” com o propósito de facilitar para o lado deles. São os temperamentais que não estão seriamente comprometidos por uma disfunção psíquica – ao menos, não que se saiba, já que não possuem diagnóstico. São morrinhas, apenas. Seja por alguma insegurança trazida da infância, ou por narcisismo crônico, ou ainda por terem herdado um gênio desgraçado, se decretam “difíceis” e quem estiver por perto que se adapte. Que vida mole, não?
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