quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Os Segredos do Marketing Pessoal

Uma maneira prática é tentar verificar qual é a imagem que você costuma transmitir às pessoas. Simpático? Fechadão? Intelectual? Bem-humorado? Vaidoso? Desleixado? Ponderado? Impetuoso? Arrogante? Humilde? Faça um inventário do conjunto de adjetivos que as pessoas usam para se referir a você (inclusive os desagradáveis) e você terá uma boa idéia da imagem que você costuma transmitir aos outros. Talvez seja bem diferente da imagem que você gostaria de transmitir. Seu próximo passo, portanto, é corrigir o seu comportamento para mudar a sua imagem junto ao público visado, tendo consciência de que, ao fazer isso estará criando uma imagem negativa junto a outros públicos. Não se pode agradar a todo mundo o tempo todo.

Como agradar os seus ouvintes

Resumo do Manual de treinamento Dale Carnegie

Um dos maiores problemas dos oradores é o de agradar seus ouvintes, para conseguir que ouçam com simpatia aquilo que lhes estamos dizendo.

Seguem aqui algumas regras para que nossos ouvintes nos apreciem:

1.    Se considerarmos uma honra que nos convidem para falar, vamos dizê-lo! – é sempre uma honra que se convide alguém para falar diante de qualquer grupo, não importa o seu tamanho ou sua importância. É questão de cortesia e de boas maneiras agradecer semelhante distinção e está é uma das maneiras de ganharmos a simpatia de nossos ouvintes. Agradeça pelo convite se sentindo honrado e os ouvintes se sentirão honrados por estar presentes à sua audiência.

Falar em Público: Uma maneira rápida e fácil

 Transcrito do Manual de treinamento Dale Carnegie

Qual o segredo valioso de falar em público com a confiança de que seu tema será bem recebido pelos ouvintes?

Simplesmente isso: fale acerca de algo que, graças a sua experiência ou estudo aprofundado, ganhou o direito de falar. Fale sobre aquilo que você conhece a fundo e sabe que o conhece.
Fale de algo que haja despertado o seu interesse, fale daquilo que você tem um profundo desejo de comunicar aos seus ouvintes.

As palestras pobres são geralmente aquelas que foram escritas e decoradas e que por isso, soam artificiais. As palestras boas são aquelas que saem do íntimo como uma fonte, no centro de um jardim.
 

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Adolescencia e suas vulnerabilidades

Na adolescência o jovem se vê frente a um grande número de possibilidades, muitas vezes contraditórias e conflitantes, mas que ele quer ter a oportunidade de explorar, testar, experimentar e fazer o próprio julgamento. A necessidade de rebelar-se e transgredir as normas faz com que os riscos e desafios sejam vistos como um caminho atraente para o adolescente. A crise de identidade, os conflitos e ambivalências próprios dessa fase expõem o jovem a angústias e vulnerabilidades das quais ele pode não encontrar como se esquivar. O sentimento de onipotência, de urgência e a suscetibilidade a pressões grupais também contribuem para o aumento da vulnerabilidade do adolescente. A esses fatores psíquicos, juntam-se outros, de ordem sociocultural: a baixa estimulação oferecida às crianças e jovens para o seu desenvolvimento pessoal e social, a exposição ao autoritarismo e mesmo a violência dos adultos, as reduzidas oportunidades de participação de cidadania.

Drogas: um arsenal de consumo

Aumenta significativamente o número de usuários de drogas no mundo e a drogadição aparece em todas as camadas sociais e faixas etárias. Então, não é correto pensar que drogas é coisa exclusiva de adolescentes marginais e de população de periferia e carente. Mas, é na adolescência que ela aparece com conseqüências devastadoras, interferindo na vida pessoal, social e familiar do adolescente, e prejudicando-o nas esferas da saúde, da aprendizagem e da profissionalização.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Classificação do desenvolvimento do comportamento anti-social persistente e adolescência

Adolescence-limited and life-course-persistent antisocial behavior: A developmental taxonomy.
By Moffitt, Terrie E.
Psychological Review, Vol 100(4), Oct 1993, 674-701.


Introdução:

Este trabalho trata da resenha de um artigo publicado na revista Psychological Review, 1993,  e contem um estudo sobre o comportamento anti-social demonstrando que durante a fase da adolescência há uma prevalência do comportamento anti-social e que este comportamento tende a desaparecer com a maturidade. Apenas pequeno grupo da população mantém o comportamento anti-social durante a vida adulta. Assim, o comportamento anti-social em determinados grupos populacionais são temporários e situacionais e em outros são persistentes. Aponta, ainda, que jovens que foram crianças com problemas neuropsicológicos associados a outros fatores, como maus tratos na sua história infantil apresentam maior desajuste social.

Estruturas da clínica psicanalítica: neurose e perversão

1 – Introdução:

Este trabalho é uma breve apresentação dos estudos nos Seminários de Psicopatologia – ministrado pelo Prof. Djalma Teixeira, durante o ano de 2002 no curso de formação do Grep – Grupo de Estudos Psicanalíticos.

A finalidade maior deste trabalho é a de concatenar os conceitos estudados no que concerne ao diagnóstico estrutural, sintomas e estruturas, sendo que, neste módulo, nos atemos a Neurose e perversão. Conceitos esses, essenciais para a prática psicanalítica, haja vista fazerem parte dos pilares da teoria.

Para tanto, utilizamos como roteiro o livro Estruturas e Clínica Psicanalítica, de Joel Dor e acrescentamos leituras e estudos de outros autores para o aprofundamento dos temas específicos.

A expectativa é que esse texto possa fazer emergir reflexões e dúvidas acerca do amplo campo abordado, bem como delinear os horizontes do que ainda é necessário ser revisto, aprofundado e incentivar o constante estudo e discussão do tema.