segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


REUNIÕES RÁPIDAS E COM MELHORES RESULTADOS

Manual de treinamento Dale Carnegie

Uma reunião congrega pessoas num mesmo espaço, durante um tempo determinado. Essas pessoas provavelmente deixaram outros afazeres importantes e, portanto, é vital empregar aquele tempo de forma proveitosa.

COMO DIRIGIR UMA REUNIÃO COM EFICÁCIA

1.     Comece a reunião com uma breve explicação do problema (pauta). Veja em seguida, se os participantes compreenderam o problema.
2.     Pergunte sobre as causas do problema.
3.     Faça resumos com freqüência.
4.     Peça as soluções possíveis do problema, com as evidências que comprovem cada solução.
5.     Após o problema Ter sido suficientemente discutido, faça o resumo final e proceda então, a sua votação.
6.     Se for conveniente, nomeie uma pessoa ou uma comissão encarregada de verificar se a decisão foi tomada.
7.     Expresse suas idéias pessoais só depois que os outros tenham expressado as deles (seu objetivo principal é guiar e dirigir e não participar extensamente na discussão).
8.     Seja flexível, permitindo que todos falem, mas conduzindo a ordem dos interessados em falar, bem como limitando o tempo de fala de cada um.
9.     Mantenha a reunião ativa sem se desviar do tema. Cada um que falar deve fazer exposições rápidas e curtas. Detenha aquele que deseja falar com demasiada freqüência bem como aquele que sair do tema. Lembre-o: “O assunto que discutimos é... por favor, não se afaste do tema”.
10.   Todos devem participar da reunião, porém não pergunte nunca diretamente a cada um a sua opinião, para não inibí-los.

1.     Se lhe ocorre um problema, exponha-o como um fato (nunca como uma pergunta).
Seja breve na exposição do problema.
Deixe claro os seus pontos
Facilite expondo antecedentes
2.     Tenha em mente a causa ou as causas do problema.
Aceite todas as causas possíveis, sem julgar ou culpabilizar ninguém.
Não avalie as causas
Resuma-as
3.     Quais as possíveis soluções para este problema?
Seja específico.
Dê evidência a esta solução através de demonstração, dados estatísticos, incidente, analogia, testemunho, apresentação prática do objeto.
Faça um resumo das soluções
4.     Qual a melhor solução?
Reveja as soluções e evidências
Permita a votação para a melhor solução
Implemente a ação a tomar.
(Algumas vezes a melhor solução pode ser a combinação de duas ou mais possíveis soluções oferecidas).

COMO PARTICIPAR DE UMA REUNIÃO:
1.     Não se levante para falar (a não ser numa grande assembléia).
2.     Faça suas palestras curtas e sobre o tema que se discute.
3.     Cuide do seu tom de voz. Fale sempre em tom de conversação.
4.     Admita só uma solução do problema de cada vez.
5.     Apoie cada solução que você sugerir com alguma evidência que o ajude a provar seu ponto de vista.
6.     Evite expressar suposições ou generalidades numa reunião.
7.     Ouça atentamente todos os participantes.
8.     Não interrompa quando outra pessoa estiver falando.
9.     Em vez de fazer afirmações diretas, faça perguntas para obter melhor clareza do que foi abordado, o por que a pessoa pensa daquele modo. Dessa maneira você pode obter informações muito valiosas.
10.   Anote os itens importantes da reunião e principalmente aqueles que lhe cabe uma ação.
11.   Após a reunião, organize-se para tomar as providências imediatas cabíveis.

Resumo elaborado por Eliana Olímpio – psicóloga


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Cidadania


Esse curta metragem ganhou prêmio recentemente. Sem uma única palavra.

Quando o  vi, pensei sobre "cidadania". Pensei em todos os "excluídos", seja devido a loucura, ao exílio, a falta de acesso aos bens materiais ou por ignorância quanto aos direitos.
Essas pessoas uniram-se e pensaram sobre alguma forma de "incluir".  
Espero que gostem:

Click no link abaixo:

 http://www.youtube.com/watch_popup?v=1sgd6NuBq8w&vq=medium#t

terça-feira, 27 de novembro de 2012


A CRIANÇA COMO SINTOMA OU SINTOMA DA CRIANÇA?

Trabalho apresentado na Jornada do Grep  em  2004.
Eliana Olimpio

Unitermos: sintoma, desejo, verdade do par parental, gozo


Resumo: a autora apresenta fragmentos de dois casos clínicos de adolescentes  e utiliza como referência o texto de Jacques-Alain Miller, em “A criança entre a mulher e a mãe” e  “Duas Notas Sobre a Criança”, de Lacan, que tratam do sintoma da criança no que concerne a estrutura familiar.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

SOBRE O AMOR EM PSICANÁLISE


Introdução

Este trabalho é uma breve compilação de estudos efetuados para a disciplina As parcerias amorosas e o sintoma, ministrado pela Profa. Ilka Franco, durante o 2º semestre de 2012, no curso de mestrado do Programa de Pós Graduação da Puc Minas.

A finalidade deste trabalho é a de concatenar as formas de parcerias amorosas que se organizam considerando o diagnóstico estrutural do sujeito, segundo a teoria psicanalítica. O diagnóstico estrutural é essencial para a prática psicanalítica e faz parte dos pilares da teoria.

Para tanto, utilizei o pensamento de Jacques Marie Émile Lacan para a fundamentação teórica e acrescentei estudos de outros autores e anotações em sala de aula da disciplina mencionada para o aprofundamento dos temas específicos.

Iniciei com a importância do levantamento do diagnostico estrutural e do deciframento do sintoma para a investigação psicanalítica. Em seguida discorri sobre o amor e as estruturas psíquicas e no final fiz um breve percurso a partir de Lacan sobre o amor nas posições feminina e masculina.

A expectativa é que esse texto possa fazer emergir reflexões acerca do amplo campo abordado, bem como delinear os horizontes do que ainda me é necessário rever, aprofundar e, consequentemente, incentivar o constante estudo e discussão do tema.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012



DO INCONSCIENTE AO REAL - XXVII Jornada do GREP
Do inconsciente ao real, do sintoma ao sinthoma, da sexualidade à sedução, do grupo à escola..., de um ponto ao outro, um trabalho, um corte, uma torção acontece, pois é preciso chegar lá.
Subtemas: interpretação; transferência; desejo do analista; sintoma; gozo; ato analítico; sinthoma.
Data: 10/11/2012 
Horário: 8h às 18h
Local: Sede do GREP, no pilotis, 3º Andar. Rua Domingos Vieira 587, Santa Efigênia - Belo Horizonte - MG

quarta-feira, 31 de outubro de 2012


Trabalho Intelectual: proteção e resiliência para o adolescente
Intellectual work: protection and resilience for the adolescent

Adriana C. Olimpio[1], Eliana Olimpio[2], José A. B. Zille[3],
Eixo Temático: Educação e Direitos Humanos

Introdução:

O trabalho é peculiar ao homem, distinguindo-o dos animais. O homem é essencialmente um ser voltado ao prazer, enquanto os animais buscam pura e simplesmente a satisfação dos instintos. É através do trabalho que o homem ajusta as relações humanas, bem como afirma-se perante a natureza, dominando-a e transformando-a de acordo com suas próprias necessidades e desejos.
O trabalho pode ser para o homem, apenas uma forma de prover o seu sustento, exercido através de esforço repetitivo, rotineiro e insuportável ou pode ser tomado como uma idéia de criação, liberdade, transformação, exercido com prazer. Assim, ao longo da História, o trabalho estará circunscrito à cultura e ao significado subjetivo que o sujeito lhe atribui.
Etimologicamente, de acordo com o Dicionário Dicmax Michaelis (2007), a palavra trabalho vem do baixo-latim tripaliu que significa exercício físico ou intelectual pelo qual o homem atua, de acordo com certas normas sociais, sobre uma matéria, a fim de transformá-la e ainda, ocupação em alguma obra ou ministério. Porém, ao longo da história, o trabalho vai tomando um sentido negativo e incorporando outras representações. Assim, na Roma antiga tripalium significa instrumento usado para castigar os escravos.


[1] Graduada em História, mestre em Educação, professora de história do ensino fundamental da Escola Estadual Melo Viana, Belo Horizonte, MG – 30710-440, driolimpio@zipmail.com.br
[2] Graduada em Psicologia, especialista em adolescência pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, professora do curso de Especialização em Educação Musical e Práticas Interpretativas da Universidade Estadual de Minas Gerais – UEMG, 30720-060, eliana.olimpio@yahoo.com
[3] Mestre em Educação, professor.......

sexta-feira, 26 de outubro de 2012


O Mestre e o Escorpião

Um mestre oriental viu um escorpião que se afogava, decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião picou-o. Como reação à dor, o mestre soltou-o e o animal caiu na água e, de novo, estava afogando-se.
O mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião picou-o.
Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do mestre e disse: - Perdão, mas você é muito teimoso!
Não entende que, cada vez que tentar tirá-lo da água, ele o picará?
O mestre respondeu: - A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um ramo, o mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.
Moral da história: Não mude a sua natureza se alguém magoar-lhe.
Apenas tome as devidas precauções.

"O tempo é algo que não volta atrás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe mande flores".
WILLIAM SHAKESPEARE